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🤯 O Colapso de um sistema sabotado, ou de uma mãe que autosabota seu filho.
Assim como os computadores, ao serem inicializados, carregam várias informações de "segundo plano" — dados de hardware, drivers, sincronização de serviços — o corpo humano funciona da mesma forma.
Ao acordar, estamos inicializando nosso "Windows" interno, subindo drivers e realizando etapas de processos... Enfim...
Quando a inicialização, por algum motivo, colapsa: Kernel Panic!

Segue que vem textão;

É assim que me encontro no momento: meu sistema operacional em colapso. E o erro foi causado por alguém que deveria ser meu porto seguro, meu ombro amigo quando necessário, assim como eu fui o dela.
No entanto, ela foi a razão da minha maior falha, a responsável pelo meu colapso. A minha sabotadora.
A Sabotadora e o seu Código Malicioso
A sabotadora é minha própria mãe. Alguém que sempre se projeta como uma "pessoa de bem", fala de "Yeshua" e, por algum motivo, converteu-se ao JudaÃsmo (embora sempre tenha sido espÃrita, mas isso pouco importa agora).
O que importa é que ela foi a responsável por sabotar e quebrar totalmente o meu sistema operacional, terminando com quem eu mais me importei em toda a minha vida: Wendy.
Essa mesma sabotadora me manipulou dentro de uma história que terminou de uma forma que não deveria. Uma história que, embora estivesse destinada a acabar, foi forçada por mãos externas.
Aquela que deveria permanecer no passado, a quem chamarei de Fantasma para não expor, tornou-se parte do meu dia a dia com um peso esmagador, fazendo-me sentir uma culpa que não me pertencia.
A Fantasma é alguém que já não faz parte do meu presente. Suas escolhas de vida foram dela, mas a Sabotadora insistia em mantê-la ativa na minha vida. Usava tragédias, pânicos, gravidez e responsabilidades que não eram minhas para garantir que eu nunca estivesse livre para o novo.
Para garantir que eu não virasse a página.
O pior? Funcionou.
A Confissão do Plano
Ela admitiu abertamente que o objetivo era o meu retorno ao passado: "Eu queria mesmo que você voltasse ðŸ¤ðŸ¤" e "Queria que a [Fantasma] estivesse com você e que você assumisse o [bebê]".
Houve um desprezo total pelo meu namoro, e até mesmo pela Fantasma. Ela ignorou minha felicidade com a Wendy para focar na Fantasma, chegando a dizer: "Um dia, filho, você vai perceber como você foi burro".
Wendy...
No meio desse caos estava a Wendy. Ela foi a única com clareza suficiente para apontar os erros no meu sistema, na minha cabeça. Ela avisou que o ambiente era tóxico, que havia interferências externas e que eu não estava realmente presente.
Na minha imaturidade, ignorei os alertas. Alertas que, para a Wendy, eram nÃtidos. Sinceramente, achei que conseguiria dar conta de tudo, mas falhei. Ela tentou, ela suplicou.
Achei que ela estava sendo rÃgida demais, mas a Wendy não era o problema; ela era o meu firewall. Ela era quem eu decidi ignorar para não ter que enfrentar a Sabotadora. Eu errei.
O Resultado: Panic()
A Sabotadora conseguiu o que queria: asfixiou o meu relacionamento com a Wendy até o colapso e fim. E, quando finalmente apontei o dano que ela causou, a resposta foi a mais fria possÃvel:
- "Isso é drama"
- "Seja homem"
- "Aguente"
- "Para de drama"
- "Aprende, cara! Seja um homem forte"
- "Eu sou forte, eu aguento porrada, filho"
- "Eu quero que você fique com a [Fantasma]"
Ela confessou ter feito tudo de propósito, planejando cada detalhe, agindo com uma frieza cirúrgica. Para quem vê de fora, ela continua sendo a "boazinha". Mas a realidade não mente: ela prefere um filho quebrado sob seu controle do que um filho feliz e livre.

Infelizmente, minha mãe ganhou o jogo. Perdi a Wendy, a pessoa que realmente pude dizer que amei de verdade. Essa é uma falha que ainda estou processando. Respeito o espaço dela, com muita dor, mas agora retomei o controle.
Embora sinta a ausência de Wendy, entendo que devo manter essa distância. Tentar voltar agora seria impedir que ela siga sua própria rota de felicidade. Eu a amo o suficiente para respeitá-la e deixá-la ir.
Quanto à Fantasma, libero qualquer peso de responsabilidade que a Sabotadora tentou me atribuir. As escolhas dela pertencem a ela. Deixo ambas seguirem, não por falta de afeto, mas por necessidade de estabilidade.
A Sabotadora tentou ditar meu futuro e brincar de escrever o livro do meu destino. Disse que fui "burro", mas a verdade é que o sistema só é burro quando permite que um usuário externo altere serviços crÃticos.
Ao tentar manipular os sentimentos do próprio filho para satisfazer um desejo egoÃsta, você não foi uma guia; você foi o vÃrus que eu finalmente isolei.
Hoje, a permissão de acesso da Sabotadora foi revogada permanentemente. Minha alma ainda dói e a memória de Wendy ocupa um setor vital do meu coração, mas quem dita as regras agora sou eu. O kernel agora será estável e ninguém mais tem permissão de escrita na minha felicidade.
Passei mais de 12 anos sem conversar com você, mãe. Se for necessário, passo mais 20. Adeus.
Esperaria talvez, ao menos um pedido de deculpas, mas...

"O seu computador já pode ser desligado com segurança."
🫧 Radiohead - No Surprises
Um coração cheio como um aterro
Um emprego que te mata lentamente
Feridas que não cicatrizam
Você parece tão cansado, infeliz
Derrube o governo
Eles não
Eles não nos representam
Eu vou levar uma vida tranquila
Um aperto de mãos de monóxido de carbono
Sem alarmes e sem surpresas
Sem alarmes sem surpresas
Sem alarmes sem surpresas
Este é o último dos meus chiliques
Minha cólica derradeira
Sem alarmes sem surpresas
Sem alarmes sem surpresas
Sem alarmes sem surpresas
Por favor